Editora: Intrínseca
Tradução: Livia de Almeida
Páginas: 264
Quando li esse livro estava no momento Paixão —ainda estou, na verdade— por livros com anjos caídos e derivados. Estava lendo a série Fallen, quando a Lety me indicou este. Fiquei surpresa logo de cara com a capa que é totalmente chamativa, daquelas que faz você ter aquela vontade de comprar só pra ficar admirando.
A sinopse não foi muito animadora para mim, quando li pensei que seria somente mais uma história chata estilo filme crepúsculo. Não fui hipócrita e comecei a ler o livro, fiquei muito surpresa com o prólogo, principalmente pelo fato de eu adorar narrativas — algumas, é claro— em uma época diferente, e com diálogo arcaico. No primeiro capitulo a época da narrativa muda, ou seja, se passa nos dias de hoje, com a personagem Nora Grey.
Nora, me surpreendeu. Mudou minhas opinião sobre ela, e mostrou que sim ela tem personalidade própria, e não é uma personagem totalmente imatura e insegura. Tudo começa quando em uma aula de biologia — que coincidência, não?— o treinador, resolve mudar a ordem dos assentos, que  antes ela dividia com sua melhor amiga Vee. Nesse contra tempo, ela acaba tendo que sentar junto com Patch. Uma garoto pelo qual desperta desejos nela, e logo ela se apaixonaria.
Uma detalhe que adorei no livro foi o fato de Becca, não tornou essa paixão em uma “obsessão” como acontece em muitos livros. Cada fato é apresentado durante o decorrer do livro de forma não deixar o leitor sobrecarregado de informações, mas fazendo com que desperte curiosidade.
O livro é super indicado para quem curte um pouco aventura, ficção e claro romance.
- Não vou a nenhum lugar que lembre um motel com você. (…) – Você acha que a combinação de nós dois e um motel sórdido seria perigosa? – Para falar a verdade, acho. (Nora & Patch – pág. 188)
Amo esse livro. O Patch é meu… fim. (Ps da Lety: Conheci ele primeiro, e ele é MEU hahah)
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via we heart it

Heey, gente! Meu primeiro post aqui no blog. Resolvi começar falando sobre uma coisa que gosto (Amo!) que são livros. Uma coisa que realmente acho importante é a conservação e o cuidado com os mesmos, e simplesmente não posso aceitar são pessoas que não cuidam de seus livros devidamente, e por isso resolvi postar algumas dicas básicas que em minha opinião são muito importantes. E essas são as dicas:
1- Não manuseie seus livros com as mãos sujas, pois com toda certeza não vai querer seu livro manchado não é?.
2- Não rasgue e/ou arranque as folhas (isso é o cúmulo, em minha opinião!).
3- Nada de marca o livro com a “orelha”! Isso pode prejudicar e amassar a capa de seu livro.
4- Evite marcadores de metal (clipes, grampos, etc.), por no caso de enferrujar poderá manchar ao papel.
5- Nunca use o livro como apoio para escrever algo, isso poderá deixar marcas em sua capa.
6- Não guarde os livros em sacos plásticos, pois isto impede a respiração adequada do papel.
7- Nunca umedecer os dedos para virar as páginas do livro. Isso pode trazer fungos para seu livro.
8- Não deixe seu livro inclinado, isso pode desgastá-lo com o tempo. Coloque-o sempre na vertical, horizontal ou retos.
9- Faça a limpeza de seus livros com pano seco (se souber que alguém usou úmido, lanço um Avada! u.u).
10- Evite comer e/ou beber em cima de seus livros.
Espero que tenham gostado dessas dicas. E vocês têm alguma para compartilhá-la conosco ? Adoraríamos saber.


via We Heart It

Editora: Intrínseca
Páginas: 288
Tradução: Renata Pettengill

Quando li o livro pela primeira vez, eu estava com um primo com câncer no estágio terminal – mas, graças a Deus, ele ficou bom essa semana! Não vai precisar fazer radioterapia yay! -, e pude perceber que John Green retratou isso da melhor forma. Existiu vezes, é claro, que quase quis matar Hazel por ser tão impulsiva, mas na verdade, Hazel é apenas uma garota de 16 anos que tem um câncer que vai matá-la. E isso não é exatamente a melhor forma de animar uma pessoa, não?

No livro, Hazel Grace é uma garota apaixonada por America’s Next Top Model, Top Chef e livros – alguém mais se identificou? haha -, mas que tem um grande problema na sua vida: um câncer com metástase nos pulmões. Desde o dia que descobriu, praticamente se isolou de tudo e todos, a única que ainda mantêm um pouco de contato é Kaitlyn, sua melhor amiga. Sua vida tem uma reviravolta, quando conhece Augustus Walters, um garoto que há um ano e meio tinha se livrado de um câncer que lhe custou a perna.
O livro tem tudo para ser o mais melancólico e dramático possível, tipo aqueles livros que dão diabetes só por segurar de tanto açúcar e coisas melosas. Mas, John Green nos surpreende outra vez! A história dos dois é narrada de modo tão simples e divertido que te faz querer mais a todo momento. Hazel e Gus se apaixonam aos poucos, apesar da resistência por parte dela, e juntos preenchem os infinitos nas suas páginas em branco.

Uma das coisas mais interessantes no livro é: A preocupação de Green nos detalhes. Me perguntei durante um longo tempo qual era a necessidade de Kaitlyn – melhor amiga de Hazel – estar no livro. Dias atrás, quando resolvi futricar o site do livro, minha pergunta foi respondia. Pelo próprio John Green. Kaitlyn é como uma memória dos dias de Hazel antes do câncer. Hazel, por mais que não possamos descobrir já que a narrativa é dela, é muito bonita e era popular na escola. Além disso, a mudança gradativa de Hazel ir chamando Augustus de Gus durante todo o livro, entre muitos outros. Não quero dar muitos spoilers para quem não leu.

John Green conseguiu fazer uma história de tragédias se tornar uma história envolvente, divertida de ler, mas sem perder a essência. Quem leu, entende o sofrimento de Hazel, Augustus, e de seus pais e familiares. Além do que, vemos a evolução de criança à adulto tanto de Hazel, como de Augustus. Um exemplo é:
“Não sou formada em matemática, mas sei de uma coisa: existe uma quantidade infinita de números entre 0 e 1. Tem o 0,1 e o 0,12 e o 0,112 e uma infinidade de outros. Obviamente, existe um conjunto ainda maior entre o 0 e o 2, ou entre o 0 e o 1 milhão. Alguns infinitos são maiores que outros… Há dias, muitos deles, em que fico zangada com o tamanho do meu conjunto ilimitado. Eu queria mais números do que provavelmente vou ter.…”

Enfim “A culpa é das Estrelas” é um ótimo livro para qualquer tipo de idade, nos faz entender melhor nós mesmos. A nota dele? Infinita, por favor.


Primeiro post, yay! Estou orgulhosa, já que depois de meses e meses (ou até anos!) no papel, finalmente esse sonho se tornou real. E para o primeiro post, não poderia ser nada mais do que algo que amo mais do que tudo. Fotografia! Não sou expert, não tenho a melhor câmera do mundo, mas é desde cedo que fotografia é ensinado na minha família, até que muitos tios meus tem alguma carreira nessa área, seja loja ou fotógrafo mesmo. Mas não vim para falar sobre a minha família, se deixarem falo até pelos cotovelos!  Vamos ás nossas dicas:

1 –  Mude de ângulo, tenha idéias inovadoras. 

Foto por Cláudia Regina
Henri Cartier-Bresson foi um grande fotógrafo que tirava fotos sempre na altura dos olhos e com lente de 50mm (A melhor pode ter certeza, depois faço post sobre as melhores lentes na minha opinião) mas na sua época, Cartier não tinha que “competir” com as milhões de fotos tiradas todos os minutos. Não adianta você ter um cenário perfeito, modelo perfeito, roupas perfeitas se não conseguir ter idéias inovadoras. Uma vez Ansel Adams, outro grande fotógrafo disse: “Você não captura uma fotografia, você a faz”. Não precisa ter a melhor câmera nem os melhores equipamentos.  Arrisque-se! Tenha idéias e coloque elas em prática. Mesmo quando alguém te chamar de louco por se jogar no chão à procura de um ângulo melhor.

2 – Iluminação é tudo!
via We Heart It
Não adianta você ter criatividade, roupas, modelos perfeitos se o lugar estiver com uma iluminação ruim. Em alguns casos, o flash dá uma ajuda básica, preenchendo alguns lugares que ficaram escuros. Mas para fotos perfeitas, é necessário uma luz boa. Uma boa dica para obter fotos suaves é tirar fotos ao amanhecer ou entardecer, quando o sol ainda não está no pico mas ainda sim dá de ver tudo direitinho.

3 –  Look e pose perfeitos!

via: We Heart It
Se junte com suas amigas e façam a festa! Vale de tudo, pegar roupa emprestado, se maquiarem e usarem roupas que jamais usariam.  Na hora da foto, vale de tudo também. Busquem referências, os mais procurados são: We Heart It e Tumblr. Incorporem a atriz dentro de vocês, mas não exagerem no ‘carão’ porque vai ficar muito superficial. O bom mesmo é poses naturais, como se nem estivessem sendo fotografadas.

Foto por: Mariana Sampaio e Luciano Ferrazi
Sabe quando aquela foto fica estranha, a pessoa fica totalmente fora de lugar ou pior,  metade do rosto está fora da foto! Isso tudo acontece porque falta enquadramento. O jeito mais fácil de usá-lo é com a regra dos terços, ou seja,  imagine um jogo da velha na tela da sua câmera. Para o enquadramento ficar bom, é quando o rosto da pessoa está no centro de um dos quadradinhos. A probabilidade da foto ficar bem melhor é enorme. Agora vai e arrasa!

Foram poucas dicas, mas na hora da foto vão fazer uma diferença enorme. Para dar aquela finalizada, usem editores de foto. Tem o Photoshop, photoscape, pixlr-o-matic, Picfull, BeFunky, Phixr. Tem vários outros, mas esses são meus favoritos. Tirem mais fotos e embelezem a nossa internet ok? Mandem nos comentários fotos tiradas por vocês, eu e Kath vamos amar olhar elas!